Acometido por este teu sorrir me pego a pensar
Será por ele que me deixara apaixonar?
Mas então faço em mente certa confusão
Pois seus olhos igualmente sorriem em perfeita fusão
E ao fechar dos olhos os lábios esboçam um tímido sorrir
De pensar em seus olhos e ver em seu sorriso a vida ressurgir
Será talvez mero devaneio?
Pergunto-me agora o que devo eu fazer
Açoitado pelo sentimento não sei como transparecer
Essa exaltação que carrego no peito
Que me acompanha junto ao leito
Que faz balburdias em minha cabeça
Não permitindo que tal sorriso esqueça
Quisera lhe falar em quais sonhos fez minha mente divagar
Em quantos alentos em minha mente vi a vida passar
Oh cúpido, amigo querido
Atinja por favor, a dona deste singelo sorriso
Mostre a ela que quando me olha sorrindo
É em minha alma que faço o sorriso retribuído